
A PGA do Brasil, presidida por Antônio Nascimento, foi destaque de página inteira do report da PGA da Europa, o “Working Together – Monthly E-Newsletter of the Professional Golfers' Associations of Europe”, distribuído para as entidades de golfe de todo o mundo.
A matéria exclusiva sobre a associação brasileira tem como título: “Plano de Crescimento pela Educação Ganha Impulso”, e começa enfatizando que a fome pela educação de base da PGA no maior e mais populoso país da América do Sul tem o potencial de fazer com que a casa do “Pelé” e de alguns outros grandes jogadores de futebol seja um terreno fértil para golfistas igualmente de sucesso nos próximos anos.
Também cita que muito tem sido feito pela PGA do Brasil, desde que ela se uniu, em 2007, às PGAs da Europa, apesar da distância, como parte da estratégia de encorajar cada vez mais a população a jogar golfe. O fato é que o golfe não é um esporte novo para parte dos brasileiros. O primeiro campo foi criado há mais de 100 anos e a associação amadora tem membros disputando competições internacionais do R&A há mais de 50 anos.
A partir da iniciativa de desenvolver o esporte no país junto com as PGAs da Europa, Tony Bennett, Diretor de Educação, começou uma série de visitas ao Brasil como consultor e professor, e a estratégia de crescimento via educação ganhou impulso significativo.
Na entrevista com o presidente Antônio Nascimento, o report destaca que, com o intuito de fortalecer a vontade de criar uma estrutura efetiva para ensino do esporte, a PGA do Brasil tem feito contatos com os governos federal e estadual a fim de conseguir suporte para a construção de um Centro de Treinamento da PGA. Conversas têm sido positivas e o local adequado está sendo determinado.
Veja um breve resumo da conversa que Tony Bennett teve com Nascimento e Pedro Ostrand, coordenador de educação da entidade, em visita que fez recentemente ao Brasil para mais uma etapa do Programa de Desenvolvimento dos Profissionais.
O que o levou a se decidir em se unir às PGAs da Europa?
Nosso objetivo principal sempre tem sido melhorar a qualidade dos profissionais brasileiros e fornecer um padrão elevado tanto para os jogadores como para professores. As PGAs da Europa têm conhecimento e são um ponto de referência para que alcancemos esse objetivo.
E a associação tem ajudado a PGA do Brasil?
Sim. Obviamente que nosso maior benefício tem sido os ensinamentos que temos recebido do Programa de Desenvolvimento. Também tem beneficiado os profissionais, já que a marca “PGA” é conhecida por todos os golfistas brasileiros, principalmente depois de termos nos tornado membros das PGAs da Europa.
Você tem tido alguma dificuldade em particular para fazer progressos?
O golfe brasileiro está ficando mais visível com os profissionais e técnicos sendo procurados por amadores. Mas nossa maior dificuldade está em ainda não termos nosso próprio centro de treinamento. Sediar os Jogos Olímpicos em 2016 deverá ajudar. São Paulo é o destino de grandes negócios e de turismo com 1,7 milhão de visitantes chegando mensalmente ao aeroporto internacional. Não temos um campo público para eles usarem, então essa é a razão de estarmos falando com as autoridades para ser criado um Centro de Treinamento de Golfe administrado pela PGA.
Veja a matéria original completa no link:
http://www.pgae.com/uploads/documents/e-newsletters/pgase-newsletter-june2010.pdf
Patrícia S. Mattos (MTB 27.092)
patricia@simonpress.com.br
10-03-2006